Charlie Watts, baterista dos Rolling Stones, morre aos 80 anos

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O baterista Charlie Watts, dos Rolling Stones, morreu nesta terça-feira, 24, aos 80 anos, de causa ainda não revelada. Ele estava cercado pela família, em um hospital de Londres, na Inglaterra. A informação foi confirmada em nota pelo agente do artista, Bernard Doherty. “Charlie era um querido marido, pai e avô e, também como membro dos Rolling Stones, um dos maiores bateristas de sua geração. Pedimos gentilmente que a privacidade de sua família, membros da banda e amigos próximos seja respeitada neste momento difícil”, escreveu Doherty. Em 2004, Watts havia sido diagnosticado com câncer na garganta, mas se recuperou. No início deste mês, ele anunciou que desfalcaria os shows da turnê americana para se recuperar de uma cirurgia não revelada.

Esta seria a única vez que ele não compareceria a um show da banda desde que entrou para os Stones, no final de 1963. “Pela primeira vez, meu compasso saiu um pouco errado”, brincou o músico em comunicado oficial.

Diferentemente de muitos ídolos do rock’n’roll, aí incluídos seus colegas de banda Keith Richards e Mick Jagger, Charlie Watts era o oposto do estereótipo do rockstar. Casado desde 1964 com Shirley Shepherd, ele sempre se manteve longe das festas e baladas que os amigos de banda frequentavam. Sua forma de tocar misturava a força do rock com a leveza e o improviso do jazz, ritmo que ele amava. Elegante, reservado, metódico e impassível, Watts era o porto seguro dos Rolling Stones. Em sua autobiografia, Keith Richards já o havia descrito como “a cama em que eu me deito musicalmente”.

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